Vivendo toda a experiência
de um cruzeiro pelo caribe

Por Marcos Barros | País:Venezuela, Colômbia, Aruba, Curacao, Panamá

Marc Anthony, o cantor americano especializado em baladas e salsa que faz bastante sucesso em diversos países da América Latina, dá o tom dos sete dias a bordo do navio Monarch da Pulmantur. Seu hit onipresente, “Vivir mi Vida”, embala todas as festas a bordo. Em determinada parte da música ele diz; “Eu vou rir, vou dançar. Sinta, dance, aproveite, pois a vida é só uma”. Não poderia ter mantra mais apropriado para um cruzeiro de navio.

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Bón biní Aruba*

Por Marcos Barros | País:Aruba
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Aruba é um encanto. Se tivesse que resumir a acolhedora ilha localizada a apenas 31 km do golfo da Venezuela, talvez essa seja a palavra mais apropriada, encanto. A pequena ilha tem pouco mais de 190km de extensão e lá vivem algo em torno de 150 mil habitantes. * Ah, o título? Quer dizer Bem-vindo a Aruba em Papiamento. Uma das quatro linguas oficiais do local.

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Um museu a cu aberto

Por Marcos Barros | País:Brasil
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A cidade histórica, ou melhor, Patrimônio Histórico da Humanidade, é um deslumbre a cada esquina. Seja colocando seu vigor físico a prova em meio a tantas subidas e descidas de suas ladeiras sem fim ou mesmo colocando toda sua habilidade ao volante em eternos controles de embreagens, curvas fechadas e trânsito frenético, o museu a céu aberto chamado Ouro Preto surpreende a cada construção, a cada casarão, a cada história, enfim a cada minuto.

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“Eu perdi tudo entre
a Eslováquia e a Hungria”

Por Bianca Smolarek | Países:Eslováquia e Hungria
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Bianca Smolarek é uma pessoa descolada, que adora viajar. Daquelas que conhecem muito bem as regrinhas de segurança e organização em viagens. E toda essa experiência, típica de quem tem o costume de viajar muito, foi colocada a prova nesta deliciosa e agoniante odisseia que você pode acompanhar aqui, no Vivendo a Viagem em quatro capítulos imperdíveis. Acompanhe!

Confira aqui a primeira parte - "A Eslováquia, a Hungria e a bolsa".
Confira aqui a segunda parte - "Azar pouco é bobagem...".
Confira aqui a terceira parte - "O dia seguinte".
Confira aqui a quarta e última parte - "São Rafael".

Orlando: Direto ao Ponto - Parte 1

Por Fabiana Telles | País:Estados Unidos
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Quem lê os textos do Marcos Barros neste blog (Miami, Los Angeles, Fortaleza, Las Vegas, entre outros) deve achar tudo lindo, tudo bacana. Ele rebusca o texto, faz paralelos, analogias....lindo. Mas sobre Orlando não terá isso comigo não. Será direto ao ponto. Até porque já tem muito texto na internet falando sobre Orlando. Então vamos ao que interessa. Clica aqui embaixo e confira a primeira parte de tudo o que você sempre quis saber sobre Orlando e, talvez, poucos tenham respondido.

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A porta latina da América do Norte

Por Marcos Barros | País:Estados Unidos
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Miami é uma cidade estranha. Talvez não a seja para os moradores, mas para quem a visita certamente é. Lá tem praias bacaninhas, mas que passam longe do que conhecemos de “litoral de tirar o fôlego” como temos aqui no Brasil, tem uma cuba “amostra grátis” em Litlle Havana e uma infinidade de.......brasileiros, latinos de uma forma geral. Definitivamente não é a melhor cidade para se praticar inglês. Um giro nos badalados outlets pode ser aproveitado falando o português rasgado mesmo, dá até para pechinchar como fazemos aqui.

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Entre Chilangos

Por Tatiana Cepada | País:México
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Muitos turistas viajam a Cancun e fazem conexão na cidade do México e nem cogitam a possibilidade em ficarem hospedados uns dias nesta grande metrópole. Gosto muito da Cidade do México. O que mais gosto é poder comer a verdadeira comida mexicana e sentir-se um pouco como um "chilango" (quem nasce no DF). Meu filho é um chilango e já fazia alguns anos que não tinha voltado a essa cidade que gosto tanto. Dessa vez queria apresentar o México ao meu marido.

Fiquei Hospedada no Hotel Emporio Reforma. É um Hotel Boutique lindo, pequeno mas muito confortável e com um atendimento excelente. O hotel fica muito bem localizado perto do centro e perto da Zona Rosa. Fomos a pé até o Zocalo passando pela Alameda Central, Palacio de Bellas Artes, Torre Latinoamericana, Casa de los Azulejos.

O Zocalo é a quarta maior praça do mundo e é ali que estão a catedral, o palácio nacional onde podemos ver alguns murais de Diego Rivera. Também no Zocalo existe um das construçoes mais importantes Tenochtitlan o TEMPLO MAYOR. A Alameda Central é o parque público mais antigo da Cidade do México. Um ótimo lugar para comer comidas tipicas.

A Casa de los Azulejos foi construida durante o periodo colonial. Já foi residencia de condes, sede do Jockey Club e hoje é dos restaurantes Samborns. http://www.sanborns.com.mx/sanborns/azulejos.asp.

Mais tarde fomos caminhando desde o hotel até o monumento El Angel de La Independencia e depois fomos à Zona rosa. Este monumento juntamente com o Zocalo é um dos lugares onde os Mexicanos de juntam para comemorar a vitoria de um time de futebol, o fim do ano ou até mesmo realizar um protesto.

No outro dia fizemos outros bairros da Cidade do Mexico como Polanco e Chapultepec. Fomos ao Hard Rock Café, Plaza Antara, Castillo de Chapultepec, Zoo e mais uma vez não sobrou tempo para o Museu de Antropologia. Os tacos al pastor são tacos originários dessa cidade. Esses tacos são aqueles que parecem o churrasquinho grego.

Outros passeios imperdiveis são: visitar as Pirâmides de Teotihuacan e Basílica da Virgem de Guadalupe. Esse passeio pode ser feito no mesmo dia e a melhor maneira para realiza-lo é contratar um tour privado no hotel.

Recomendo também visitar o estadio Azteca, passear em Xochimilco, Six Flags e passar um dia em Cuernavaca. Para realizar os principais passeios você pode utilizar o serviço do Turibus. Um onibus de 2 andares que realiza paradas em muitos pontos turistico. http://www.turibus.com.mx/ Quando fizer uma visita ao México não deixe de ficar alguns dias na Cidade do México. Tenho certeza que será uma grata surpresa. Não deixem de comer os melhores tacos al pastor do México.

Tatiana Cepada é paulista e adora viajar e compartilhar as experiências vividas nestas viagens.

Em Fortaleza, a energia é outra

Por Marcos Barros | País:Brasil (Ceará)
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Fortaleza é o local para aqueles que, em suas cidades de origem, diariamente correm contra o tempo ou vivem sempre sem tempo para nada. Costumo dizer que a capital do Ceará existe para desmentir a Teoria da Relatividade de Einstein. Lá a Energia não é igual a massa vezes a velocidade da luz ao quadrado (E=MC2) por um simples motivo, em Fortaleza a tal velocidade da luz é outra, consequentemente ela não é a mesma de outros lugares, é melhor, mais intensa.

Ajuda nesse processo, "problemas" como você acordar com dias belíssimos de sol, ter que escolher qual belíssima praia de águas mornas visitar, para onde ir a noite em meio a dezenas de opções ou mesmo se surpreender com a forma como você é recebido pelo cearense. A simpatia e o calor humano é a primeira coisa que você perceberá e, sejamos justos, é regra em praticamente todo o nordeste. Falando em "regra em todo o nordeste" uma outra não pode ser deixada de lado. Praia urbana é quebra galho. Em grande parte das principais cidades do nordeste as melhores praias estão no litoral sul ou norte e em Fortaleza essa dinâmica não quebra a regra. As praias de Iracema e Meirelles são ótimas para aquela caminhada despreocupada, curtir a tradicional feira de artesanato ou mesmo para comer. O passeio pelas praias começa a ficar bom mesmo com visitas a praias como a do Futuro que tem uma excelente infra-estrutura com "barracas" que oferecem duchas de água doce, cofre com chave, ambiente wireles, massagens, brinquedoteca e delícias da gastronomia regional. Ah, oferecem cadeira, mesinha e quebra sol também.

Um pouco depois da Praia do Futuro, chegamos a Porto das Dunas que abriga o gigantesco parque aquático Beach Park. Dependendo do perfil e do tempo disponível, é programa obrigatório. Morro Branco, Praia das Fontes e Cumbuco, a única da lista na costa oeste, são outras praias que exibem falésias, transbordam coqueiros, dunas e lagoas deslumbrantes. Todas não são muito longes de Fortaleza. A mais longe, Praia das Fontes, fica a 85km do centro. Você pode alugar um carro ou escolher um dos diversos pacotes de passeios diários que normalmente são oferecidos no hotel. Não costumam ser caros.



No centro, uma grande pedida é o Centro Cultural Dragão do Mar sempre fervilhando cultura com excelentes opções de shows, teatros, exposições, além do simpático planetário. Ao redor você pode preencher a programação com boas opções de restaurantes ou baladas. Por falar em baladas, Fortaleza é a cidade natal do forró. Então caso você curta o ritmo, é programa obrigatório uma balada ao som de Aviões do Forró e outras bandas numa segunda. O melhor dia para baladas. Outras boas opções culturais para se visitar são o belíssimo Theatro José de Alencar e a Catedral Metropolitana com seu estilo gótico. E o clima? Bom Fortaleza é sol quase o ano inteiro, mas de julho a dezembro é garantido.

Também é garantido muita diversão se você escolher um programa tradicional no ceará, o show de humor. A cidade que trouxe ao Brasil comediantes como Tom Cavalcanti, Renato Aragão e Chico Anysio tem boas opções de shows nessa área. Alguns pecam por serem essencialmente turísticos mas com uma boa garimpagem dá para se achar muita coisa boa.

Achou pouco? Tá com tempo? Então não pense duas vezes e dê uma esticada até Canoa Quebrada (165km de distância de Fortaleza) ou em Jericoacoara (280km de distância). Opções paradisíacas e imperdíveis. Mas reserve pelo menos três dias para cada uma delas. E Fortaleza é assim. Abençoada de belezas naturais e opções mil.

Dicas
- Segurança: Infelizmente Fortaleza, como muitas cidades brasileiras, sofre com assaltos e furtos. Atenção especial a Praia do Futuro (obviamente fora das áreas seguras das barracas) e as imediações do Centro Cultural Dragão do Mar.

- Hospedagem: De forma geral o melhor lugar para se hospedar é nas imediações da Praia de Iracema por um simples motivo. Fica relativamente perto de tudo. A Praia do Futuro tem boas opções de hospedagem mas a desvantagem de ficar meio afastado do centro. Nada grave mas que talvez complique um pouco a sua vida o seu foco for praia durante o dia e farra até altas horas. Por outro lado, pode ser interessante caso você pretenda alugar um carro ou esteja com filhos.

- Em Julho rola o Fortal (Carnaval fora de época) e em outubro tem o Ceará Music. Bons motivos para adaptar sua viagem caso pretenda ir em Junho/Agosto ou Setembro/Novembro.

- Existe vida outside Forró em Fortaleza. Uma opção boa de balada nessa linha é o Colher de Pau e o sambão de primeira.

- Para comer uma dica boa é o restaurante Colher de Pau e a típica comida Nordestina. O restaurante fez tanto sucesso que já abriu até uma filial em São Paulo.

- Uma pegadinha é bem típica de Fortaleza. Se, no calçadão da praia, te oferecerem ingressos de passeios mais baratos ou com descontos imperdíveis, conhecer um hotel maravilhoso ou almoçar/jantar de graça, corram, mas corram mesmo. Não entrem nessa furada. Vocês vão ficar a tarde toda fechados em um local Com o povo falando na sua cabeça pra comprar um flat no hotel xx e pagar um absurdo...Evite e passe longe dessas "ofertas".

- Durante o dia, ande de ônibus. A cidade é muito bem servida e compensa muito mais pagar os R$ 2 da passagem em transportes com ar condicionado do que pagar facadas em corridas de taxi.

- Outro programa típico, apesar de excessivamente turístico é inevitável uma visita ao Bar Pirata ás segundas.

Marcos Barros é publicitário, carioca mas reside em Brasília. Adora viajar sempre que o tempo permite...e quando não permite também.

Los Angeles, a cidade cenário

Por Marcos Barros | País:EUA
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Conhecer a cidade dos anjos é uma experiência única para aqueles que curtem cinema e, principalmente, o cinema americano. E não digo isso pelos famosos e tradicionais estudos de cinema, pela Calçada da Fama ou pelo Teatro Kodak que anualmente é palco para a cerimônia da academia, o Oscar. A segunda maior cidade americana é uma experiência única por um simples motivo. É um cenário vivo de cinema. Com o perdão do exagero dá para se dizer que cada esquina da cidade já foi cenário para alguma cena de filme ou série de TV. E isso fica nítido em qualquer caminhada que você dá pela cidade. Você poderá até não lembrar o filme mas ficará com aquela sensação de que está passando por um local que você já viu....sabe....naquele filme....naquele ano...

E assim é Los Angeles. Suas ruas ou boulevards preservam muito daquilo que para muitos será tachado de brega e outros tantos classificarão como chique. A dicotomia andará também na linha tênue entre o moderno e o ultrapassado. Enfim, o charme de Los Angeles está justamente nisso. No fato de ter uma cidade para cada estilo, cada personalidade e cada expectativa. Tem a cidade para quem curte feirinhas (nas dicas eu cito algumas), para quem curte praias (são 120km de costa), para os adeptos das baladas, para quem curte "programas-cabeça" (museus, bibliotecas, a Universidade UCLA ou locais como o "pub em que Kurt Cobain tocava", o "local onde os Beatles tocaram pela primeira vez", e por aí vai), ou mesmo programas família (a Disneylandia e o Parque da Universal se encaixam bem nessa linha).

Outro ponto sempre importante diz respeito à segurança. Los Angeles tem muitas áreas "risco zero" e algumas áreas um pouco mais complicadas (Downtown e East Hollywood são algumas). E as dicas para evitar transtornos são as mesmas para qualquer viagem que se faça. Não dar mole com documentos como passaporte (se possível deixe no cofre do hotel e ande com uma Xerox) e não ficar dando bobeira caminhando em locais desertos à noite. Essas são algumas dicas apenas até porque nós brasileiros já somos bastante safos quando o assunto é violência.

Los Angeles tem um lado internacional muito forte. Grande parte de sua sinalização é bilíngüe (inglês e espanhol) e encontra-se muita gente de todo o canto do mundo. Acredite: Entender o inglês de sotaques múltiplos é uma das tarefas mais árduas da cidade.

Alguns locais deliciosos que não deve em hipótese alguma ficar fora do seu roteiro
- 3rd Street Promenade: Uma rua enorme, toda calçada e muito charmosa que fica em Santa Mônica com diversas lojas chiques e descoladas. A decoração inusitada de dinossauros de grama dá um clima legal. Dá para aproveitar a visita e esticar no Pier de Santa Mônica e sua roda gigante movida a energia solar, cenário de diversos filmes como "Um dia de fúria" e o mais recente "Hancock".

- Ocean Sidewalk em Venice Beach: A calçada da praia de Venice é algo que provavelmente você nunca verá igual em lugar nenhum do mundo. Jeitão hippie, lojinhas de venda de maconha (medicinal), quadras de basquete, meninas de biquíni andando de patins no melhor estilo California Games do Master System (lembra?). Enfim, só visitando mesmo.

- Beverly Hills: Bom, tem as mansões dos famosos e tal mas todo o bairro vale uma caminhada ou dirigir por suas ruas. Vale também reparar na sede da Delegacia de Polícia que foi cenário para "Um tira da Pesada" e na biblioteca do Centro Cívico.

- Rodeo Drive: Vale a caminhada no mundo das lojas do centro comercial mais sofisticado do mundo que já foi cenário para o filme "Uma Linda Mulher".

- Hollywood: Aqui tem o Kodak Theather e as visitas por suas instalações, o Teatro Chinês, o shopping descolado Hollywood & Highland e a gigantesca calçada da fama.

- Original Farmers Market: Feirinha super estilosa e agradável que vende produtos naturais, souvenirs e comida diferenciada do comum.

- Staples Center: O ginásio dos Los Angeles Lakers é um programa imperdível. Principalmente em dias de jogo.

- Los Angeles Union Station: A estação integra o metrô, trem para cidade próximas e ônibus interestaduais e foi cenário de inúmeros filmes como Blade Runner.


Dicas:
- Leve adaptador de tomada para produtos eletrônicos que for levar. As tomadas têm dois pinos planos, um mais largo e outro mais estreito.

- Entre março e outubro, o fuso horário é de quatro horas a menos do que o horário de Brasília. Quando o Brasil entra no horário de verão, o fuso sobe para cinco horas.

- O custo de vida da cidade, como um todo não é barato. Hospedagem em Los Angeles também não costuma ser barata. Você encontrará preços um pouco melhores em hotéis próximos ao Aeroporto, mas talvez não seja uma boa idéia, principalmente se seus deslocamentos forem de ônibus e trens, pois fica afastado do centro.

- Estúdios de cinema: A Universal é mais parque que estúdio. O passeio pelo estúdio rende um turno e circula por alguns sets de séries de TV (sempre fora do horário de gravação) e sets turísticos como o do tubarão, da estação do metrô invadida pela água e do boeing 737 devastado do filme "Guerra dos Mundos". O passeio pelos estúdios da Warner rende visita a sets de programas e séries de TV, ao set de Friends e a um museu bem bacana com carros e roupas de filmes. Já o passeio pelos estúdios da Sony é o único feito a pé e basicamente mostra sets de programas de TV e pouca coisa de cinema.

- O clima é quente na maior parte do ano. É cidade para roupas leves.

- Chegando no Aeroporto use o serviço de Shuttle que são vans que levam até o hotel. Tem um custo variável dependendo do local que levar mas vale muito a pena.

- Curtir praia em LA é um pouco diferente do que acontece no Brasil. Não existe barraquinhas na areia ou gente vendendo coisas. De certa forma não existe a "cultura de praia" como conhecemos. Mas é bacana também e vale a pena.

- O acesso as praias, de uma forma geral, é bem complicado. Facilita muito se você estiver de carro.

Marcos Barros é publicitário, carioca mas reside em Brasília. Adora viajar sempre que o tempo permite...e quando não permite também.

Brincar de cinderela na França

Por Larissa Bortoni | País:França
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Cresci vendo as histórias de princesas nos desenhos da Disney, e desde que me entendo por gente que tinha a vontade de conhecer um castelo de verdade, que nem aqueles que eu via nas telas de cinema e já gente grande, nos vídeos e DVDs. Castelo, para mim, tem que ter enormes salões de festa, torres, masmorras, cozinhas equipadas com tachos e cutelos. Não consigo me contentar com esses castelinhos e palácios meia bocas que tem por aí. A chance de eu conhecer um que fosse do tamanho dos meus sonhos veio quando fui, de carro, ao Vale do Loire, na França.

A jornada começou em Paris, no Aeroporto Charles De Gaulle. Lá que alugamos o carro que iria nos levar ao vale e de lá até outros lugares lindos, mas essa é outra conversa. Uma dica muito importante para quem pretende viajar de carro em outros países é alugar um veículo com GPS. Além disso, o GPS tem que ser do tipo que não apenas mostra os caminhos no vídeo, mas que fala para onde se deve ir. Fique preparado, porém, para levar broncas do GPS. Cada bobagem feita, cada caminho errado, cada mudança de planos são seguidos de uma repreensão do GPS. Levamos cada uma!

Outra dica jóia é ter uma boa agência de viagem. Há alguns anos que trabalho com uma, que nunca me deixou na mão. Compra as minhas passagens, aluga carros e reserva os hotéis. Com exceção de um hotel em Amsterdan, que era uma droga, mas a culpa foi minha, porque escolhi o mais barato, essa agência nunca me deixou numa roubada. Falando em barato, vez em quando compensa adiar um pouco a viagem e juntar mais dinheiro, do que se hospedar em espeluncas. Acho muito ruim sair do conforto da minha casa para ficar morando, mesmo por pouco tempo, em cabeças de porco.

Saímos do Brasil com alguns hotéis reservados e pagos, mas como ainda não sabíamos como seria a nossa vida na estrada, decidimos não pagar adiantado os hotéis, mas apenas fazer umas reservas. Nessa busca, em sites de turismo, descobri que alguns castelos no Vale do Loire foram transformados em hostéis. Vi o preço e achei razoável. Achei que daria para, pelo menos por duas noites, me hospedar em um castelo.

Era a chance de ouro de me sentir a própria cinderela, ou, pelo menos, uma amiga da princesa. Na busca, achei o Château D´artigny, que fica em Montbazon, no Vale do Loire. Está perto de Tours, uma das cidades turísticas do Vale e a poucos quilômetros de dois dos mais belos castelos: Chenonceaux e Amboise. Não me recordo do quanto pagamos, mas uma pesquisa em dezembro de 2010, me informei que com R$ 408,00 eu reservo um quarto para casal, por noite. O café da manhã é cobrado a parte e é mais salgado – R$ 48,00, o mais em conta.

Estávamos em quatro e convenci os demais a nos permitir esse luxo. Pensa em luxo, e olha que ficamos no quarto mais simples. Paredes cobertas por papel. Tetos pintados com afrescos. Escadas e pisos de mármore. Tudo no maior estilo Luís XIV. O prédio, aliás, foi erguido entre 1919 e 1928, por François Coty. Aquele da marca Coty dos cosméticos. Quando chegamos para dormir, a cama estava feita, com roupões devidamente providenciados para o banho.

O hotel conta ainda com piscinas, sauna, possibilidade de passeios de bicicleta e a cavalo. Nós, porém, não usufruímos dessas facilidades, porque a viagem aconteceu em fevereiro e por conta dessas reviravoltas climáticas, fazia um frio de congelar a alma. Programações ao ar livre eram proibitivas. Em compensação, quando acordei na primeira manhã no castelo, e olhei pelo janela, os caminhos e o gramado estavam cobertos do branco da neve. A água da fonte que fica em frente ao prédio estava congelada. Parecia uma grande frozen marguerita.

Nessa manhã que caiu a ficha que eu tinha passado a noite em um castelo. Tudo bem que não tinha torre, nem masmorra, mas tinha um salão com chão de mármore. O serviço de restaurante era que nem aqueles que gente vê em filmes. Fica a dica. Se algum dia você for ao Vale do Loire, pesquise na internet o preço dos hotéis em castelo. Nem é tão caro e é a chance de brincar de princesa ou príncipe por um dia. Ah! Se quiser economizar um pouco, não faça as refeições no hotel. A cidade de Tours oferece excelentes restaurantes.

Larissa Bortoni é jornalista e canceriana. Costumava colecionar sapatos. Hoje coleciona viagens

Não gosta do carnaval?
Vá conhecer Saint Martin.

Por Larissa Bortoni | VOLTAR

Apesar de ser brasileira, de estatura mediana e gostar muito de fulano, mas o sicrano me querer e, além disso tudo, gostar de samba, eu odeio carnaval. Não me vejo em blocos no meio de multidões. Quando adolescente, até encarava os bailes nos clubes de Brasília, mas acho que isso não existe mais. Por conta disso, eu sempre arrumo um jeito de aproveitar os dias da folia do momo para me mandar para algum lugar onde eu posso até ouvir uma ou outra batucada, mas que não esteja com a lotação esgotada. Em uma dessas fugidas, fui parar em Saint Martin.

Por que a ilha caribenha? Simplesmente porque havia na época uma bela de uma promoção da agência de turismo, que resultaria em uma viagem muito barata, além de dividida em entas vezes. Outro ponto a favor é que o vôo saía de Brasília, sem ter que trocar de aeronave e só uma escala em Manaus – o que foi ótimo, porque pudemos ver do céu o serpentear os rios do Amazonas. No entanto, como não tem almoço grátis, havia as desvantagens. A maior delas, pelo menos para mim, que como disse, odeio uma muvuca, era o vôo charter, em esquema de excursão.

Bom, o vôo da ida acabou sendo muito mais tranqüilo do que imaginava. O hotel que a agência de turismo nos instalou - Sonesta Maho Beach Resort & Casino – era muito razoável. Montes de piscina, quarto amplo e café da manhã honesto. No entanto, o que realmente recomendo nesse hotel é a localização. Fica no lado holandês da ilha, que apesar de menos simpático, é onde, pelo menos na minha modesta opinião, ficam as melhores praias.



O hotel está a alguns minutos de caminhada da Mullet Bay. Para chegar lá, passamos por um enorme campo de golfe – uma excelente pedida para quem gosta do esporte e pelas ruínas de um hotel abandonado, destruído por um furacão. A Mullet Bay é uma praia de água totalmente transparente, bem cálida e de areia branca. Uma dica lá é alugar cadeiras de praia e guarda-sol, e bem deitado, esperar o tempo passar. Os mergulhos são deliciosos e para matar a fome, há uma enorme oferta de junk food. Me acabei com os salsichões e outras porcarias do gênero.

Como todo pacote de agência de turismo, há uma tal de reunião prevista, na qual tentam empurrar aos incautos uma série de atrações extras. Dessas, nós topamos um passeio de iate, com bebida incluída e almoço em outra ilha perto – não me lembro o nome, mas valeu a pena. Para evitar o enjôo do balanço do barco, tomei uns dois dramin antes de embarcar. Providência muito bem-vinda, porque muita gente passou mal. A pequena ilha onde fomos, era muito boa para mergulho de superfície e até chegarmos por lá, fizemos um tour pelas praias de Saint Martin, com a visão a partir do mar.

Passamos por uma praia de nudismo. Pois é. Quem curte o naturismo vai ficar bem a vontade na Cupecoy Beach, no lado holandês e nas Baie Rouge and Happy Bay, no lado francês da ilha. Como não acho muita graça, não fui conferir. Agora, se não gosto de ficar sem roupa na praia, fazer compras a preço barato é um esporte que aprecio muito. No lado holandês, a melhor dica é ir até Front Street, em Philipsburg, a capital da Saint Martin holandesa. É uma rua de lojas duty-free, onde é possível encontrar verdadeiras pechinhas. Não me lembro mais dos preços, mas eram pelo menos uns 50% mais baratos do que os praticados no Brasil. É claro que é preciso bater perna e pechinchar. Uma dica boa é, mesmo que tenha alugado carro, não ir até lá dirigindo, porque é complicado estacionar. Fomos de ônibus. Esse transporte, aliás, não carregou muito na ilha.

Só fomos alugar carro uns três dias antes de ir embora, porque queríamos explorar o lado francês da ilha. O aluguel foi bem barato – dizem que é o menos caro de todo o Caribe, e ajeitado em uma das muitas agências no aeroporto - Princess Juliana International Airport. O terminal, aliás, ficava bem perto do nosso hotel. Dava para ir a pé e uma das atrações da ilha é ficar na praia – também perto do hotel – para ver os aviões chegarem. Eles passam bem baixo e sacodem a areia. É impressionante ver um avião pousando tão de perto.

Como éramos só duas pessoas, pegamos um carrinho pequeno. No hotel havia garagem, então não tivemos problema com estacionamento. A bordo desse veículo que fomos ao lado francês, cuja capital é Marigot. O que falta em charme em Philipsburg, que só compensa a visita por conta das compras baratas, sobra em Marigot.

Tudo é muito bonitinho. O Marina Port La Royale, por exemplo, reúne lojas de importantes estilistas europeus. Isso sem falar em bons restaurantes. Aliás, só comemos bem de verdade em Marigot. O jantar foi em um restaurante que ficava em frente ao porto da cidade. Ainda em Marigot, me acabei em uma feirinha de artesanato pertinho do Marina e conheci o Fort St. Louis, um monumento de 1767, erguido para proteger a ilha de invasões estrangeiras. A vista do alto do forte é monumental.

No lado francês são onze praias. A mais movimentada,e até por isso, a que menos gostei foi a Orient Beach. Muita gente, muita muvuca, muita barraca. Não combina com o astral da ilha. Um passeio interessante é pegar o ferry boat, ou outro barco qualquer e ir até Ilet Pine. As praias são lindas. Pena que quando fomos, estava chovendo e aproveitamos pouco. Fica a dica: Ilet Pine com chuva não orna. De carro, fomos parando nas praias. É possível, e sem mentir, afirmar que todas são encantadoras. Cada uma do seu jeito.

Depois de um dia inteiro de sol e areia, não sobrava muita energia para a noite. A nossa programação ficou restrita a jantares e alguns drinks, mas ficamos sabendo que há boas baladas. Muitas, inclusive, perto do hotel. Na frente do hotel, aliás, fica um dos doze cassinos na ilha. Não somos fãs de apostas, mas todas as noites, reservávamos US$ 10 para apostar em caça-níqueis. A gente nunca entendeu como, mas ganhamos uns trocados, que eram usados para comprar drinks. Enfim, não me arrependo nenhum pouco de ter trocado o carnaval pela pequena ilha caribenha, que tem como donos os governos francês e holandês.

Dicas:
- Do lado holandês, a moeda é do dólar e do francês é o euro – compras, portanto, são mais recomendáveis nas lojas holandesas.
- Não precisa alugar carro no primeiro dia. Esse hotel em que ficamos é muito bem localizado.
- O transporte urbano é feito basicamente em pequenos ônibus e neles fomos de cima para baixo.
- Se for fazer compra em Philipsburg, não enrole e vá cedo, porque as lojas fecham lá pelas seis ou seis e meia da tarde. Pesquise antes de comprar, porque há boas promoções.
- Nos viramos bem com inglês, apesar de que vez em quando tínhamos alguma dificuldade para entender a língua creole dos nativos. Nada complicado.
- Há a possibilidade de passeios a Saint Barths – outra ilha perto, mas para entrar lá é preciso, para nós brasileiros, ter visto.
- Dois sites bons com informações sobre Saint Martin: http://www.st-maarten.com/ e http://www.geographia.com/st-martin/index.htm Estão, porém, em inglês.

Larissa Bortoni é jornalista e canceriana. Costumava colecionar sapatos. Hoje coleciona viagens

O que acontece em Vegas...

Por Marcos Barros | País:EUA
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Ostentação talvez seja a palavra ideal para traduzir Las Vegas. Encravada dentro do estado de Nevada e em meio ao deserto do Arizona, a cidade impressiona até os corações e mentes mais calejados em viagens. Antes de falar mais sobre a cidade, fica a sugestão: descubra se seu perfil de turista/visitante está de acordo com o que a cidade se propõe a oferecer. Até o final do texto você entenderá o porquê.

Las Vegas tem um lema famoso. “Tudo o que acontece em Vegas, fica em Vegas”. E a frase não é por acaso. A oferta de tudo o que se pode imaginar é de deixar qualquer um louco. Tudo acontece em 7,25km de cassinos e muito letreiro luminoso, chamado Strip. Lá você verá literalmente (não é força de expressão) centenas de cassinos para todos os gostos. Tem cassinos temáticos, simplórios e chiques. É escolher alguns e cair de cabeça no mundo da jogatina, mantendo sempre um pé atrás e um senso de responsabilidade apurado para evitar prejuízos irreversíveis que possam estragar o prazer da sua viagem. Com isso na cabeça dá para se divertir bastante nas máquinas (algumas com o preço de centavos de dólar para jogar) e mesas. Quem sabe você não está naquele dia iluminado. Muitos desses cassinos abrigam shows e boates deslumbrantes ( como o Cirque de Soleil) e a preços bem mais acessíveis do que são normalmente cobrados em terras brasileiras. Uma simples caminhar pela Strip já é um excelente programa com diversas atrações ao ar livre. Em frente ao Cassino Bellagio um gigantesco show de fontes luminosas surpreende muitos turistas pela imponência e beleza. A cada 15 minutos uma nova música embala as fontes que dançam no ritmo do som impressionando a todos pela coreografia, show de luzes e altura das fontes. Andando mais um pouco você chega ao o Treasure Island Las Vegas e seu badalado show de piratas com a marinha inglesa repleto de pirotecnia.

Uma nova caminhada e a parada é no Stratosphere Tower hotel e sua torre de 113 andares. Além do mirante com a belíssima vista da cidade no último andar você ainda poderá se esbaldar, caso tenha estômago, em uma das três montanhas-russas mais altas do mundo e com a Insanity-The Ride, um carinho que literalmente te joga pra fora da torre. Mais uma caminhada e paramos em frente a New York-New York Hotel & Casino com sua recriação incrível da réplica do Empire State Building, Estátua da Liberdade e a ponte do Brooklin, além da montanha russa que faz a festa de muita gente. Virando para o outro lado da rua, você se depara com o majestoso MGM Grand Hotel. Nessa caminhada, não se surpreenda se descortinar a sua frente uma versão da Torre Eifel ou uma recriação do mundo árabe. Artificialidade na milésima escala e Las Vegas parecem combinarem perfeitamente.

Em viagem você normalmente fica em albergues/Hostels para economizar? Em Las Vegas esqueça isso. As diárias dos hotéis cassino são incrivelmente baratas. É normal, principalmente durante a semana, você pagar diárias partindo de US$30 (varia um pouco conforme a quantidade de estrelas do hotel) com fichas para jogo incluído. Alimentação? Você encontra diversas ofertas de Buffets excelentes por pouco mais de US$10. Procura algo mais sofisticado? Tem diversas opções com chefs internacionais e ambientes belíssimos.

E as compras? Las Vegas Premium Outlets. Guarde esse nome. Fica no centro da cidade. Todos os dias um grande volume de pessoas lotam ônibus e carros em direção ao Outlet antes mesmo da sua abertura. Lá, como em qualquer Outlet americano, vale a regra dos descontos de 25% a 65% em lojas como A/X Armani, Dolce & Gabbana, Nike, Adidas e Calvin Klein. Ao longo da Strip é comum ver lojas Chanel, Cartier, Tiffany & Co, entre outras disputando espaços com os cassinos ou até mesmo dividindo o mesmo espaço. Comprar também é uma experiência única em Las Vegas e muitas lojas também investem em pirotecnia para fisgar a atenção do cliente.

E a balada? Las Vegas é a cidade que nunca dorme e não é por acaso. Casas Noturnas maravilhosas é o que não falta. Preço da entrada? US$ 10 ou US$ 20/30 e com o welcome drink por conta da casa. No MGM Grand tem o Studio 54 e seus quatro ambientes. Detalhe: Tá largado? De tênis? Não entra. No Venetian tem o badalado TAO, point de muitos artistas. A Jet, dentro do três estrelas Mirage Casino and Hotel é outra excelente opção.

E assim é Las Vegas. Não tem nada de muito histórico ou que tenha algum significado profundo. O lance lá é vender o sonho e o desejo. Seja o sonho de ficar rico, seja o sonho de se esbaldar em compras.

Dicas:
- Las Vegas é absurdamente quente na maior parte do ano. Surpreende a temperatura sempre agradável dentro dos cassinos contrastando com o clima abafado das ruas.
- Na Strip estão os cassinos mais badalados, mas em Downtown estão os mais antigos e, por isso, mais baratos para se jogar.

- Em Las Vegas, andar de ônibus é uma diversão a parte. Eles são monitorados ao vivo por diversas câmeras ligadas ao.....motorista e seu microfone. Sim! Isso mesmo. Aí então você já imagina o que isso não proporciona, não? Sequência de advertências em alto e bom som para os espertinhos de plantão.

- O Guggenheim Hermitage Museum é um programa quase que obrigatório. Principalmente se você curte arte.

- Uma boa visita: As lojas oficiais da Coca-Cola e da M&M’s

- Em Las Vegas você está ao lado do Grand Canyon. De repente pode ser uma boa pedida um sobrevôo. A cidade tem várias opções de passeio nessa linha “Off-Cassino”.

- Não tem como não reparar e até visitar uma das diversas capelas de casamento da cidade. Lá se casaram Bon Jovi e, mais recentemente, uma bêbada Britney Spears. Um casamento lá fica entre de US$200 a US$1000 e você pode casar até com o Elvis Presley celebrando a cerimônia.

- Fique ligado nos eventos do Centro de Convenções de Las Vegas para o período em que estiver lá. Sempre tem feiras sensacionais.

Marcos Barros é publicitário, carioca mas reside em Brasília. Adora viajar sempre que o tempo permite...e quando não permite também.

Comer, andar e viver Buenos Aires

Por Marcos Barros | País:Argentina
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Sabe aquela situação que por muito tempo nos acostumamos a ouvir dos gringos? "A capital do Brasil é Buenos Aires". Sim, ficávamos irados, não? Pois atualmente a impressão que dá é justamente essa. E é fácil explicar a equação que conduz a isso. Junte um câmbio favorável inédito (novembro de 2010 chegou a 2.30 pesos por cada real), com a proximidade, a falta de cerimônia e burocracia zero para se entrar lá (documento de identidade com menos de 10 anos de uso resolve) e dá nisso. Uma enorme onda de Brasileiros invadindo terras portenhas e descobrindo os encantos da terra de Gardel.

E os encantos não são poucos. Logo de primeira tome um banho anti-rivalidade e se surpreenda com a simpatia e acolhimento dos argentinos. As rivalidades futebolísticas ficam no campo de jogo. Fora dele os argentinos adoram o Brasil e os brasileiros. Você chegou pelo aeroporto Ezeiza? Faça uma amizade com algum casal que veio com você no vôo e, de cara, já proponha rachar o taxi. O aeroporto fica longe do centro e uma corrida quase sempre fica na casa dos $100 pesos. E a dica mais comum, faça o câmbio fora da área de desembarque no Banco Nación. Mas não se desespere, casa de câmbio é o que não falta no centro de Buenos Aires. Ah, e evite trocar dinheiro nos finais de semana, pois a cotação é radicalmente mais baixa. Chegou pelo Aeroparque? (O correspondente sem charme deles ao aeroporto Santos Dumont do Rio) Nesse caso a situação geográfica (e financeira, porque não) fica melhor. O aeroporto fica praticamente dentro da cidade e a despesa no taxi fica bem menor.

Chegou? Deu aquela geral no hotel, a primeira ambientação? Então é hora de deixar as malas e literalmente bater perna. A cidade é plana e favorece longas caminhadas. Mas, por precaução, deixe tudo de valor no cofre do quarto. Por conta da falta de segurança? Sim. Assim como toda cidade grande Buenos Aires sofre com furtos a bolsas e carteiras e só. Violência? Assaltos com arma? Relaxa, isso praticamente não existe por lá o que faz da cidade um paraíso de concreto para cariocas, paulistas, cearense e demais brasileiros tão acostumados com as mazelas das nossas cidades grandes. É só botar carteiras nos bolsos da frente, evitar deixar bolsas penduradas na cadeira de restaurantes na hora de comer ou tomar café e usar as bolsas femininas sempre na frente e não lateralmente ou para trás e pronto. A chance de sobressaltos chega próxima a zero. Aí é só curtir muito alfajor, sorvete de doce de leite, as irresistíveis empanadas (queijo com cebola é a minha preferida) e as indecentes carnes argentinas. Sim, carnívoros se preparem, a Argentina é a Disney da alimentação para vocês.



Sim, você verá engarrafamentos, gente estressada no trânsito, buzinas enlouquecidas, mas a rotina da cidade te chamará a atenção. Argentinos dormem tarde. E isso se traduz em "viver a cidade" de forma mais intensa. Uma saída por ruas movimentadíssimas ás 23 horas é algo comum. Restaurantes vazios ás 20hs? Também. Argentino "janta" tarde. Sempre começa a movimentar restaurantes depois das 22hs. Se a pedida da noite for uma boa balada se prepare para começar a noite na madrugada.

O lado turístico é inevitável. Numa viagem a capital argentina não tem como deixar de conhecer o belíssimo Rosedal e os bosques e praças, bater perna na deliciosamente caótica Rua Florida, passar por alguma passeata próxima da Casa Rosada, os charmosos bairros da Recoleta e Palermo, vivenciar o climão gostoso do Caminito, a feira do charmoso bairro de San Telmo ou mesmo curtir aquela dor de cotovelo na Bombonera e no belíssimo museu do Boca Juniors pensando "Pô, porque meu time no Brasil não investiu num museu bacana também...". Acontece. E a cidade segue surpreendendo brasileiros em diversos pontos. Na limpeza, no acolhimento do seu povo e na riqueza da sua vida cultural. El Ateneo, Teatro Colon e o Malba (Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires com a versão original do Abaporu da nossa Tarsília do Amaral). E o Tango? Escolha entre os turísticos (belíssimos porém relativamente caros) ou alguma Milonga. A escolha que fizer será excelente.

Quer fugir ou amenizar o lado turístico? Então ande e deixe a cidade descortinar deliciosas surpresas á sua frente. Seja no frio indecente do inverno ou no verão urbano que permeia os primeiros meses do ano. Curta Buenos Aires por uma cabeza. (ok, o trocadilho foi horrível mas foi com a melhor das intenções). :)

Dicas:
- O verdadeiro FreeShop argentino fica nas farmácias. Sim, pode parecer estranho, tem um pouco de exagero, mas é bem por aí. Cremes, perfumes, remédios e o que mais vender em farmácias é sempre absurdamente mais barato em terras argentinas.
- Taxistas são normalmente muito simpáticos, mas ande sempre com dinheiro trocado. Para eles é uma ofensa tentar pagar uma corrida com uma nota de $100. Faz sentido.
- Alfajor Havanna é bom, mas já tem em muitas cidades brasileiras. Então considere aproveitar a viagem para descobrir outras marcas.
- Sim, refrigerante é caro em Buenos Aires e sim, vinho é muito barato!
- Buenos Aires não é Miami. Ou seja, nem por uma cabeza considere comprar eletrônicos e roupas em geral (exceto artigos de couro). Alías, lá tem muitos Outlets mas, sinceramente? É tudo enganação. Raramente você achará pechincha que realmente valerá a pena.
- Taxi é barato? Sim. Mas durante a semana por conta dos engarrafamentos você pode pagar caro sim. Então seja esperto. Deixe para pegar taxi nas ruas principais (Corrientes, Cordoba, Santa fé). Claro, na direção de onde você quer ir.
- Quer pesquisar câmbio antes de ir? Entra aqui. E faça sempre câmbio em bancos.
- Preocupado com o idioma? Relaxa. Arrisca um portunhol e tá tranqüilo.
- Carne peça Bife de lomo (filé mignon ) ou Bife de chorizo (contrafilé). Se tiver estômago arrisque uma Parrillada.
- Pegue o ônibus turístico logo no primeiro dia de sua viagem. Isso ajuda a ter uma noção geral da cidade.

Marcos Barros é publicitário, carioca mas reside em Brasília. Adora viajar sempre que o tempo permite...e quando não permite também.

Doce Mel

Por Marcos Barros | País:Brasil (Paraná)
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Não sei quanto a vocês, mas sempre que praia e sol me vêm à cabeça lembro logo de Rio e Nordeste. Pelo menos essas são as primeiras associações. Portanto um ambiente quente, com praias de águas mornas e paisagens naturais paradisíacas em pleno território Paranaense, para mim pelo menos soa estranho. Mas é essa estranheza que causa o impacto positivo e torna a experiência de se conhecer a Ilha do Mel ainda mais intensa.

Uma das formas mais bacanas de acesso a ilha se dá por Curitiba. Pelo trem da Serra Verde Express que liga a capital ao litoral pela ferrovia Curitiba - Paranaguá. É por ela que saímos de 945 metros de altitude em Curitiba até chegarmos ao nível do mar. No caminho a contemplação de mais de 10 túneis, mais de 20 pontes e uma riqueza natural impressionante. Tudo com direito ao banho de cultura e história do estado pontuado pelos guias do trem em cada pedaço do passeio que dura praticamente o turno da manhã inteira. No final da viagem pode ser na cidade de Morretes (o mais habitual) ou em Paranaguá (só aos domingos). Se você parou em Morretes aproveite a hora do almoço para se esbaldar no famoso Barreado (prato típico composto de carne bem cozida, servida com arroz, farinha de mandioca e banana). Após o almoço o caminho é a rodoviária onde você pegará um ônibus para Pontal do Sul ou Paranaguá. A distância é praticamente a mesma. Dos dois pontos saem embarcações para a ilha. De Pontal para a ilha leva trinta minutos e de Paranaguá leva uma hora e meia. A escolha aqui vai de caso a caso. Para uma viagem tranqüila, sem pressa pra chegar, recomendo Paranaguá.   

A ilha tem um controle de acesso feito pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). O limite é de 5000 pessoas. Em feriados prolongados, carnaval e Semana Santa, períodos de pico, é recomendável reservar pousada antes para não correr o risco de ter sua entrada barrada, estragando o passeio. Antes de entrar no barco para a ilha, certifique-se de levar um pouco de dinheiro também. Cartões são bem aceitos mas a ilha não tem caixa eletrônico. Então, não custa prevenir. Ah, a ilha é natural, com muito verde, também não tem carros e muito menos asfalto e iluminação na trilha. Então não se esqueça de colocar na mala itens como lanterna, tênis, chinelos e repelentes.



Chegou à ilha? Então é hora de desligar-se dos nossos tradicionais hábitos urbanos. Celular? Desliga. Relógio? Esquece. Computador? E-mail? Nem pensar. A vida e o tempo na ilha seguem uma dinâmica bem particular. A ilha do Mel tem 35 km de perímetro e dois pontos de chegada, Brasília e Encantadas. Lá você terá acesso a diversas praias feitas sob medida para todos os gostos. Quer praia forte? Tem. Praia sem onda? Tem também. Os acessos são feitos normalmente a pé ou de bicicleta alugada. Deu fome? Apesar de pequena a ilha tem opções para todos os gostos e bolsos.

Pontos turísticos também não faltam na ilha. A Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres (Único monumento militar do século XVIII existente no Paraná) é um programa imperdível. Reserva histórias de conflitos em meio a canhões e trincheiras de pedras fantásticas e vistas de tirar o fôlego. A gruta das encantadas e suas lendas deliciosas de sereias que hipnotizam visitantes também valem a visita assim como o Farol das conchas e sua belíssima vista da ilha. Mas o principal ponto turístico na Ilha do Mel é a natureza. Experimentar a noite o som que ela emite junto com o barulho das ondas do mar é uma experiência revigorante.

Dicas:
- Para andar nas trilhas vá de chinelo sem problema, mas para cruzar as praias, em muitos casos, considere um tênis para enfrentar pedras e rochas pontudas. .
- Ir de Encantada para Brasília é um passeio que dá para se fazer a pé. Mas não o faça mais de uma vez. Considere a possibilidade de se fazer uso dos “táxis náuticos” que cruza constantemente (mas só durante o dia) os dois pontos.
- A lei da oferta e procura vale fortemente na ilha. Alta temporada, pousadas caras. Fora de temporada preços excelentes.
- Na ilha tem forró e Lual. Ambos imperdíveis.
- Experimente a Melancia Atômica.
- Leve roupas leves, mas não esqueça de levar também um casaco ou moletom para as noites de frio.
- Não tem farmácia na Ilha. É aconselhável levar o básico.
- Na alta temporada, por precaução, já entre na ilha com seu bilhete de saída comprado.
- Vai de carro? Tranquilo. Em Pontal do Sul tem estacionamentos para se deixar o veículo.
- Se for possível tente sincronizar a viagem com períodos de lua cheia. Tornam as noites na ilha fascinantes.
- Quando estive lá tive a oportunidade de visitar um restaurante que recomendo demais. O Sai da Trilha. Fica em Encantadas. Recomendo em especial a panqueca de lá. Divina.

Marcos Barros é publicitário, carioca mas reside em Brasília. Adora viajar sempre que o tempo permite...e quando não permite também.

No coração do Brasil

Por Marcos Barros | País:Brasil (Distrito Federal)| VOLTAR

Maculada pela eterna e inevitável associação com o mundo político, Brasília acaba sendo subestimada ou mesmo estereotipada. Mas a cinqüentenária capital parece imortal e sobrevive a tudo isso oferecendo um mundo particular a todos que procuram conhecê-la. A interiorização da capital, Juscelino Kubitschek, Lucio Costa, Oscar Niemeyer entre outros nomes e temas serão comuns em passeios turísticos ou visitas a pontos turísticos com alto e delicioso teor histórico. Não há como não se transportar no tempo em uma visita ao Catetinho (primeira residência oficial de JK em Brasília), nem se deliciar com formatos e curvas do museu "outdoor" que existe em Brasília. Para começar uma visita a cidade, uma boa opção pode ser a torre de TV (no centro) e sua vista panorâmica de toda a cidade. Desceu da torre e logo a frente já temos as belíssimas e novíssimas fontes luminosas.

A dinâmica da cidade impressiona. Provavelmente é algo que você não verá igual em nenhuma cidade do mundo. Vias largas, poucas pessoas nas ruas e tudo setorizado. Quer remédio? Tem a rua das farmácias. Hotéis? Tem seus respectivos setores e por aí vai. Chama atenção também ao visitante a cidade plana e a sensação de liberdade que isso proporciona. Por conta disso, pôr do sol e nuvens são espetáculos únicos na capital. Mas a cidade, um dos 17 patrimônios históricos da humanidade no Brasil, tem mais a oferecer. O seu aparente aspecto de cidade pequena é só aparente. Brasília tem as qualidades e defeitos de qualquer metrópole nacional. Tem trânsito pesado, belos shoppings e belas opções de visita "off-turismo".

Ok, a cidade não tem praia e, efetivamente, nos períodos de seca isso faz uma tremenda falta, mas não faltam "áreas de escape" para enfrentar essas fases. O lago Paranoá é uma dessas áreas. Inacreditavelmente artificial e com seus majestosos 48 quilômetros de extensão , ele serve de margem para diversos clubes, atividades a beira lago e para o agradabilíssimo Pontão do Lago Sul. Programa mais que obrigatório para quem visita a cidade. Nessa linha a cidade ainda tem a oferecer o Parque da Cidade (Maior parque urbano do mundo. Sim, maior que o Central Park em Nova York e que ganhou fama pela música "Eduardo e Mônica" do Legião Urbana), a Água Mineral e saindo um pouco da cidade, opções deliciosas como o Parque Chapada Imperial, a Cachoeira de Itiquira e seus 168 metros de altura e, um pouco mais longe, a cidade histórica de Pirenópolis (150km), Chapada dos Veadeiros (230km) e Caldas Novas (300km). Ou seja, cachoeira e áreas verdes deslumbrantes é o que não falta em Brasília e arredores.

O lado gastronômico da cidade também merece destaque. São várias opções para os mais diversos gostos e bolsos. Tem bares e restaurantes temáticos de praticamente todos os estados da federação com preços e estilos que vão do convencional até a alta culinária. Se o papo é feiras, Brasília tem três que são tradicionais referências. A feira de artesanato da Torre de TV, a feira dos Importados e a feira do Guará, forte em confecção.

Por fim, não tem como visitar a cidade e deixar fora do roteiro opções como o Santuário de Dom Bosco e seus vitrais que mudam de cor conforme a luz do sol, o Museu Vivo da Memória Candanga, a belíssima Catedral de Brasília e o céu de Brasília. Sim, contemplar o céu da cidade é um espetáculo a parte. Inesquecível.

Dicas:
- Brasília definitivamente não é uma cidade para se andar a pé. Eu sei, isso não é uma coisa boa para se dizer, mas é verdade. Não conte com ônibus também. Sobra assim uma única opção, taxis.

- Para aliviar o bolso, pelo menos a cidade tem empresas de taxi que oferecem desconto de 30% na corrida. Use esses: 3323-3030/3321-3030.

- Tente se acostumar com a dinâmica de localização da cidade e suas siglas. SQS, SQN, SMPW e por aí vai.

- Que curtir a noite da cidade? Uma boa dica pode ser os Pubs. Mas os lugares da moda variam com uma velocidade assustadora na capital. Então tente sempre conferir com alguém o que anda bombando na Capital.

- Veio com tempo? Tenta sair um pouco do óbvio. Procure descobrir um pouco da dinâmica da cidade, tente conhecer áreas como Taguatinga, Guará, Águas Claras e demais partes da cidade.

- Se períodos de seca (maio a setembro) são naturalmente períodos que demandam cuidados especiais e atenção redobrada para moradores da cidade imagine para turistas. Se planeja sua visita neste período, fique atento a isso. A vantagem deste período que é você não terá problemas com chuvas.


Marcos Barros é publicitário, carioca mas reside em Brasília. Adora viajar sempre que o tempo permite...e quando não permite também.

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Analisador de destinos?

Como é bom a "pré-viagem", não? Aquela preparação, a expectativa, os detalhes. Vivendo a viagem, a partir de agora, será seu companheiro do início até o fim de sua viagem. Quer saber como tira visto para a Turquia? Aqui você descobre como. O que fazer para minimizar o risco de extraviar suas malas? Aqui tem. . E muitas outras coisas bacanas. Agora em um só lugar.

Um guia de viagens?

Está próximo da sua viagem. Você já fez aquela pesquisa na internet sobre o local que você vai visitar e pegou uma infinidade de informações e dicas? Aqui será o local daquela dica diferenciada, do detalhe que faz a diferença, das curiosidades culturais interessantes que para muitos passam desapercebidas e, porque não, das tradicionais roubadas que sempre entramos em viagem.

Seu companheiro

Vivendo a viagem é sobre turismo, hotéis, resorts, pousadas, pacotes turísticos, destinos, passagens, câmbio, restaurantes, passeios e tudo mais que envolve uma viagem seja nacional ou internacional. É sobre as roubadas que sempre existem, sobre aquela vontade deliciosa de explorar o desconhecido. É sobre viajar mas, acima de tudo, é sobre viver ou sobreviver em outras cidades.